HERMETO PASCOAL -2021

TODO MÚSICO E MEIO MÁGICO

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projetos culturais

Hermeto Pascoal valoriza, em sua obra, a cultura independente, caracterizada pelo conhecimento empírico e pela produção de conhecimentos sem rótulos, saberes essenciais à prática educativa. Dotado de espírito livre e espontâneo, Hermeto evita enquadrar-se em qualquer tipo de gênero musical, estimulando a intuição e criatividade do ouvinte na interpretação de suas obras. Acreditamos que a mistura de sons, a percepção da natureza e a diversidade cultural brasileira, como fruto da experimentação constante, asseguram aos educandos um aprendizado rico, autêntico e emancipado.

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Tim Maia -2019

Síndico do Brasil

O carioca Tim Maia fundou o The Sputniks, do qual participou Roberto Carlos. O grupo se apresentou no Clube do Rock de Carlos Imperial na TV Tupi. Era chamado Jim nos Estados Unidos, onde estudou inglês, entrou em contato com a soul music e participou do The Ideals. 4 anos mais tarde, voltou para o Brasil, onde produziu o álbum A Onda É o Boogaloo.

Transitando pela soul music, pelo funk, pela Bossa Nova e pelo iê-iê-iê, teve parceria dos Os Mutantes, de Roberto, de Erasmo Carlos e de Elis Regina. Tim foi acompanhado também pela Banda Black Rio, por Gal Costa, pelos Paralamas do Sucesso e por Marisa Monte. Tornou-se cada vez mais famoso com canções acolhidas pelo grande público.

De infância bastante pobre no bairro carioca da Tijuca, morou em um cortiço com mais 11 irmãos. Quando criança, trabalhou como entregador de marmitas e cantou no coral da igreja. Aos 12 anos, ganhou um violão de seu pai. Anos depois, ganhou o Prêmio Sharp de música na categoria de melhor cantor. Foi homenageado por Ed Motta, Toni Garrido, Jorge Ben Jor, Luiz Melodia, Alcione, Planet Hemp, Sandra de Sá, Claudio Zoli, Pedro Mariano, Marcelo Falcão, Seu Jorge, Luiz Melodia, Guns N' Roses. O bairro da Tijuca homenageou Tim Maia com uma estátua de bronze.

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Jackson do Pandeiro- 2019

o rei do ritmo

Paraíba já nos deu Ariano Suassuna, Augusto dos Anjos, José Lins do Rego e José Gomes Filho. Os três primeiros dispensam apresentações. Marcaram a literatura brasileira para sempre. E o último? Quem foi José Gomes Filho? Ora, o Rei do Ritmo. Quem foi o Rei do Ritmo? Jackson do Pandeiro!

    Esse paraibano de Alagoa Grande vai nos trazer baião, xote, xaxado, coco, arrastapé, quadrilha, marcha. Por toda essa diversidade, foi homenageado, pelo cantor Lenine, com a música Jack Soul Brasileiro. Lenine o considera a alma brasileira, o rei da levada, que fez o samba embolar e o coco sambar. 

Como diz Lenine, para o brasileiro, “o som do pandeiro é certeiro e tem direção”, e se estamos em um ringue de contradições e de abismos sociais e de adversidades, vamos questioná-los, vamos compreendê-los historicamente, cientificamente, criticamente, com educação de qualidade para todos, mas também com suingue, com a língua da percussão, com o mugango dengo, com a ginga do mamolengo. Vamos no batuque, no funk rock, no samba, preferências do Rei do Ritmo.

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Pimentinha Elis-2018 

A voz de protesto que ninguém pode calar

"A música é meu arco, minha flecha, meu motor, meu combustível e minha solidão. Amigo, cantar é um ato que se comete absolutamente só e eu adoro."

Para Elis Regina, música é a área da sensibilidade, da criatividade. A prosa e a melodia juntas, em interpretações que a levaram a ser considerada a melhor cantora do Brasil nas décadas de 1960 e 1980. Com reconhecida competência vocal, dramaticidade nas interpretações e presença de palco, a Pimentinha inovou os espetáculos musicais no país. Sua trajetória reuniu nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Belchior, Renato Teixeira, Aldir Blanc, João Bosco, Jair Rodrigues, Tom Jobim, Wilson Simonal, Rita Lee, Gilberto Gil, Tim Maia, Sueli Costa.

Artista engajada, lutou pelo direito dos artistas, criticou a ditadura (O Bêbado e a equilibrista) e lançou grandes nomes da MPB. Gritou SOS ao Brasil (Querelas do Brasil); defendia que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa (Como nossos pais); reconheceu a força das mulheres (Maria, Maria) e as dificuldades das vidas cumpridas a sol (Romaria). Seu repertório de interpretações abriga grandes composições, às quais ela deu grande interpretação.

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SIVUCA É NOSSO! - 2018

“A questão da identidade cultural (...) é problema

que não deve ser desprezado”.

Paulo Freire

 

 

Por que Sivuca? Porque Sivuca é nosso. Porque Sivuca foi multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor, orquestrador e cantor brasileiro. Porque Sivuca transitou entre choros, frevos, forrós, baião, música clássica, blues, jazz. A ideia é conhecer para reconhecer, valorizar e preservar.

A obra do paraibano Severino Dias de Oliveira, Sivuca, faz parte da intenção do Arvense de trabalhar Educação Patrimonial. Por quê? Porque educação, memórias e identidades são palavras, cada uma delas, fios que se enlaçam e entrecruzam, formando uma trança firme, como a trança da Maria da Feira de Mangaio.

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sururu na cidade - 2017
Pixinguinha

A música popular brasileira é resultado da confluência cultural de três etnias: o índio, o branco e o negro. Pixinguinha herdou toda essa tradição, firmando o choro como gênero musical. Lá se foram 100 anos já do nascimento do choro.

A Alfredo Vianna da Rocha Filho, ou Pizindim, ou Pixinguinha, é atribuída a ponte entre o popular e o erudito. O que o diferenciava dos demais de sua época era sua escuta, que incorporava elementos de diferentes tradições. Foi arranjador, compositor. Deu identidade à música popular brasileira do começo do século XX.

A síntese do choro está na fusão entre música para ouvir e música para dançar. Designava um modo de execução de músicas dançantes em festas comunitárias (casamentos batizados, aniversários, funerais). Hoje, designa um gênero e um idioma.

Este projeto se propõe como um momento de resgate de parte importante da cultura, da música, das relações sociais do Brasil do início do século XX, com foco no cenário carioca, berço de Pixinguinha, e em sua obra, o choro.

SOTAQUES BRASIL - 2017

       Como uma escola pós-crítica, o Arvense privilegia a multidiversidade nacional. Se o contexto histórico-social de toda escola é relevante, o Arvense traz a própria proposta de celebrações em um mês tradicionalmente festivo no Brasil que é mês de junho.
     Em 2017, vamos reconhecer alguns dos vários patrimônios imateriais nacionais reconhecidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas).” (Iphan)
      Esse (re)conhecimento é importante porque os patrimônios culturais imateriais da humanidade são compostos por práticas, representações, expressões, conhecimentos, diversidade linguística e técnicas, juntamente com instrumentos, objetos, artefatos e lugares de comunidades, de grupos e de indivíduos a que pertencem. São conhecimentos transmitidos e recriados de geração em geração e são tão importantes porque geram um sentimento de identidade e de continuidade de grupos sociais ou de comunidades culturais inteiras, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.

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